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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

21 maneiras de perguntar ao seu filho: " Como foi a escola hoje?" sem perguntar:" Como foi a escola hoje"?



Todos os dias os pais perguntam: Como foi a escola hoje? E as crianças respondem: LEGAL ou NORMAL...  e pronto.




Eu sei que todos gostariam de saber mais sobre o dia a dia das crianças na escola na versão delas, como por exemplo, com quem brincaram, o que aprenderam, o que fizeram, do que riram.... e outras coisas mais. Então, achei um artigo sobre isso e juntei com minhas ideias pra ajudar aos pais neste exercício diário de diálogo com os pequenos, que além de ser um ótimo facilitador de comunicação é também uma maneira de saberem a visão que a criança tem dos acontecimentos da escola e as vezes detectarem  se estão passando por alguma dificuldade, se estão com problemas com algum amigo ou  se ficaram isolados no recreio, e o porquê, etc.




Podemos começar assim: 

Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje na escola?

Qual foi a pior coisa que aconteceu hoje na escola?

Alguém ou alguma coisa te fez rir?

Se você pudesse escolher, com quem sentaria ao lado na sala? E com quem não sentaria? Por quê?

Qual é o lugar mais legal da escola?

Conte-me uma coisa nova que você aprendeu?

O que você fez pra ajudar a turma hoje?

Qual momento da aula você achou chato?

 Com quem você gostaria de brincar no recreio que você nunca brincou antes?

 Conte-me uma coisa muito legal que aconteceu no recreio?

Qual foi a palavra que sua professora mais falou?

 O que você acha que deveria  fazer ou aprender mais na escola?

O que você acha que deveria fazer menos ou não fazer na escola?

 De que você  brincou no recreio? E com quem?

 Quem é a pessoa mais engraçada na sua sala? Por quê?

 O que você mais gostou no lanche?

 Se você fosse a professora, o que você faria amanhã?

 Com quem na sua classe você acha que poderia ser mais gentil? Por quê?

Alguém ou alguma coisa te surpreendeu hoje?

Em que momento você ficou triste? Por quê?

Você fez algum amigo rir ? E chorar? Conte-me.



São só algumas dicas. Adaptem ao seu dia a dia, e o mais importante: não vão bombardear a criança com todas as perguntas e com milhões de porquês, até porque no inicio as crianças não estão acostumadas a falarem do seu dia a dia, muitas dizem “sei lá!” “Esqueci!”. Respeitem o tempo delas e também suas individualidades, tem coisas que a criança não vai querer contar mas não fiquem preocupados, observem  o seu comportamento e estejam sempre em contato com a escola, eles sinalizarão se houver algum problema e não percam  o hábito do diálogo.


Boa sorte.

Michelle Fernandes

Adaptado do site: www.simplesimonandco.com








segunda-feira, 8 de abril de 2013

Cerca de 20% das crianças de até 5 anos tem dificuldades para ouvir

Retirado do blog: fonodanischepi.blogspot.com.br

Um quinto das crianças de até 5 anos tem dificuldades para ouvir, de acordo com estudo

Cerca de 20% das crianças em idade pré-escolar - entre 1 e 5 anos - apresentam algum nível de perda auditiva. No grupo que já frequentava a escola - entre 6 e 12 anos -, a incidência de problemas de audição é de 6%. Os dados estão em estudo, feito no Rio, entre outubro de 2010 e março deste ano, que avaliou 433 crianças até 12 anos. O trabalho serve de alerta a pais e médicos.

"Este resultado mostra que é preciso ter mais cuidado na investigação auditiva em crianças em idade pré-escolar", afirma a autora da pesquisa, a fonoaudióloga Viviane Fontes, acrescentando que a diminuição da capacidade auditiva pode ocorrer por fatores como otites, dores de ouvido, alergias respiratórias, sinusite e rinite crônicas. Além de perfuração de tímpano, caxumba e até pelo uso inadequado do cotonete.

Segundo a fonoaudióloga, as perdas nem sempre são totais, e muitas podem ser revertidas se identificadas logo. Ela alerta que o problema pode comprometer o desenvolvimento da criança: "Nesta fase, o pequeno está adquirindo a linguagem. Não ouvir bem acarreta dificuldade na fala, escrita e aprendizado".

Para piorar, como nesta faixa etária a criança ainda não se expressa bem, há dificuldade de perceber que há um problema. Além disso, a forma de diagnóstico mais comum, a audiometria, é mais eficaz nas crianças mais velhas.

Para diagnosticar as perdas auditivas, o melhor é o teste da orelhinha. "Ele é feito em recém-nascidos, mas pode ser realizado em qualquer idade", frisa Viviane. No Rio, maternidades municipais fazem o teste. Ele pode ser feito ainda nos Centros de Saúde Waldir Franco, em Bangu, e Madre Teresa de Calcutá, na Ilha do Governador.

Atenção

SINAIS
Entre as crianças que podem ter problemas de audição, estão as que falam muito alto, precisam ser chamadas muitas vezes antes de atender e as que ficam muito de boca aberta e coçam muito os ouvidos.

TESTE
Para ter acesso gratuito ao Teste da Orelhinha, basta ir a qualquer unidade de saúde do município e obter encaminhamento para locais que fazem o teste. Até o fim do ano, ele será oferecido em 10 unidades.

Fonte: terra.com